Maré Vive

Rio /

Audio comovente de uma criança enviado para seu pai após ter ficado 5 horas deitada no chão da escola em meio a tiros de grosso calibre durante operação policial na Maré durante o dia de ontem. Já nascemos sobreviventes.

Não existe meritocracia quando isso é exclusividade das favelas e periferias. Não adianta fazer yoga, namastê, cortar a carne, a cerveja de milho, terapia, bater tambor ou ir no culto. Enquanto isso for “normal” e não chocar como deveria, a violência continuará sendo a nossa maior companhia.

E se fosse o seu filho? E se fosse seu vizinho? Seu neto? Sobrinho? E se essa criança fosse você? Já imaginou quantos traumas? É hora de se levantar favela.

Não dá pra se comover só com os filhos das madames.

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